Good Will Hunting and the Cubans

First of all, let me somehow predict the possible weird looks on your faces about this rather weird title. For those who watched the movie, you might be thinking “but there were no cubans there!”. For those who didn’t, “who the hell was Will Hunting and what was he doing in Cuba?” or “Why was somebody hunting good Will in Cuba?” might be running through your heads. So i’ll just start with the first part and move on to the second.

For short, Good Will Hunting is a movie about a very talented guy – Will Hunting – that gets to learn everything by reading books at the local library. He is quite a genius and becomes a master in many subjects without even going to the university. (See the Cuban part already? Me neither.) As a janitor at M.I.T., he has no trouble solving mathematical challenges that took the professors 2 years to solve. On the other hand, he didn’t really want to use his knowledge for anything. He had that gift, but all he wanted to do was to hang out with his friends and work on his simple-with-no-talent-required job. I won’t tell the rest of the movie.

I sudently started to recall some talks i’ve had about/with cubans. There is a common picture painted by people that i know who went to visit Cuba. It’s a beautiful place, but most of the people don’t have much money and want to get out of the country. For instance, there’s this friend of mine who went to Cuba to participate on a chorus event and the 2 cuban chorus couldn’t participate because they had been to the U.S. some weeks before and decided not to return. There is also a cuban girl i met when i was travelling this summer (not in Cuba) that told me how she managed to get to work outside of the country. They can go to other countries if they have a job contract, but a big percentage of their salary (which i’m not telling so you don’t get shocked) must go to the government. And there she was, a person who went to the university, working as a waitress.

One of the biggest accomplishments usually stated by those that stand for the current cuban regime is that they’ve eradicated illeteracy in Cuba. That, i must say, i applaud. The fact that they have easy access to the university, i applaud. But wait… should i? Is easy access all that’s needed for things to work out? That’s where i think it all is going terribly wrong. What’s the good of having everybody take their diplomas, when they’ll turn driving cabs or serving drinks at a restaurant? That’s even worse to them. It’s like widening their horizon just to tighten it right away, in a stupendous sense of frustration. So good Will Hunting managed to find his way up through the living. But what about the cubans, will they?

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4 Responses to “Good Will Hunting and the Cubans”

  1. André Says:

    Pois pois muita letra mas ja escrevias em português…
    Em relação à empregada de mesa tu gostaste foi de parecer um lorde ao te-la ali todos os jantares a servir-te a cervejola 😛

  2. noup Says:

    @André: Não percebo a tua súbita adversão à língua inglesa, pareces muito tímido para alguém que está a pensar fazer o “proficiency”. Gostava de ver esse inglês (ou não). De resto, é esse o espírito. 😛

  3. ADEK Says:

    Bom, no seguimento dos comentários que li, não vou ser a única anormal a escrever em inglês, por isso aqui vai o meu comment na nossa língua-mãe.
    Confesso que no início nos fosses anunciar que ia sair o “Bom Rebelde 2” ou qualquer coisa do género…Quando percebi que não, também ponderei que pudesse ser o lançamento de uma colecção juvenil para os leitores de livros como “Anita na Floresta” ou “Anita vai ao Circo” e desta vez contassem a história do Will Hunting que vai a Cuba. Pois parece que não era nada disso… Contaste, isso sim, uma história de comparação entre Will Hunting e os Cubanos, tal como poderias ter contado (e como estou a escrever em português, vou referir-me a um exemplo semelhante relacionado com o nosso país) a história de Will Hunting e os Ucranianos. Ver pessoas licenciadas abandonarem o seu país, apenas porque noutros locais poderão ganhar melhor a vida a limpar janelas ou a encerarem o chão dos que lhes podem pagar é triste, e faz-nos pensar no nosso futuro… Ninguém nos garante (tal como ninguém garantiu aos cubanos ou aos ucranianos ou a todos os -anos que por aí andam) que um dia não teremos que sofrer isso na pele. E analisando o comentário do “André”, tenho a certeza de que o que disseste não foi sentido… Acho que ninguém pode apreciar a situação descrita. Eu sentir-me ia uma lorde se pudesse pagar muito bem a alguém para me servir e ainda me restasse muito para gastar noutras coisas. Ou pelo menos sentir-me-ia bem se me servissem e se tivesse a perfeita noção de que a pessoa estava a ser justamente paga. Enfim…
    Para finalizar, verdade seja dita… Se tivesse escrito em inglês ter-me-ia fartado bem mais cedo de escrever, sem dúvida:P

  4. noup Says:

    @ADEK: Não ligues ao comentário do André, aquilo foi o instinto “macho” do meu primo a vir ao de cima (e não ligues à resposta também, estava a ser irónico). Eu sei que ele também não achou piada nenhuma quando ouviu a cubana a contar a sua história. De qualquer das formas, devo notar que o caso dos cubanos consegue ser bastante diferente dos outros. Comparando com os ucranianos, embora muitos deles tenham formação, penso que nos cubanos isso é ainda mais notório. Mas o pior é o facto de ser, para eles, muito difícil sair do país, ao contrário dos ucranianos por exemplo. Por isso é que não se vêm muitos (se alguns) cubanos em Portugal. Para finalizar, para a próxima quero isso em inglês. Tenho dito! 😛

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